O caminhar...

Que pena de ti,
Que tanto ama...

Quanto receio,
Fundado ou infundado,
Afundado em teu peito!

Teu coração,
Rico de tão empobrecido,
Conhece o caminho:

Da alegria ao susto,
Do espanto à dor,
Do sangue à mágoa,
Da apatia à vida

Assim vai forçando
Tua existência pacífica

Já não amando tanto

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